domingo, 27 de maio de 2012

Deso danificou via e DER não cobra.

A Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) – como faz costumeiramente – danificou uma extensa área ao longo da Rodovia dos Náufragos no Povoado Robalo e não recompôs como deveria ou como encontrou.

Calçadas destruídas.

A obra realizada pela DESO na Rodovia dos Náufragos foi de extensão de rede de fornecimento de água tratada.  A execução dos serviços teria sido por parte de uma empresa contratada pela DESO.
Desde o início das obras a Direção da ADCAR vem cobrando do DER, que é a autoridade legalmente reconhecida pelo Código de Trânsito Brasileiro com jurisdição sobre a via, providências junto à DESO no sentido de recompor tanto o acostamento quanto o próprio leito da rodovia estadual que vinham sendo – acostamento e leito da via – literalmente destruídos pela DESO através de sua contratada.
Caixas oferecem risco de acidentes.

Algumas poucas tampas de caixas de águas pluviais foram repostas pela DESO a pedido do DER, mas recompor o asfalto e o acostamento nunca vieram fazer.
Outro desrespeito cometido pela empresa representante da DESO na citada obra foi o fato de não ter havido o recolhimento do entulho produzido na obra. Tudo era açoitado nos terrenos lindeiros.
Calçada destrída e asfalto remendado.

Se o contrato entre a DESO e a empresa previa o pagamento pelo Governo do Estado pela realização de serviços como a recomposição da malha viária e do acostamento que foram danificados pela empresa e o serviço não foi feito da forma devida, ao pagar pelos serviços, a DESO pode ter realizado pagamentos por serviços fora da especificação contratada.
E se a DESO pagou pelo recolhimento do entulho para local adequado e a empresa deixou ao longo da Rodovia dos Náufragos, tanto no estacionamento quanto nos terrenos baldios, a DESO pagou também por um serviço contratado e não realizado adequadamente.
Asfalto da DESO de má qualidade.

Será que houve falha na fiscalização e na medição da obra? Será que a fiscalização da DESO notou que o serviço de recomposição do asfalto não foi feito como deveria? E que as calçadas e acostamentos ficaram danificados pela empresa?
Por outro lado o DER ao perceber e ao ser avisado pela Direção da ADCAR que a DESO não recompôs calçadas, acostamentos e asfalto como estavam originalmente, por que não notificou  a DESO sobre a falha?
Entulho jogado em terrenos particulares.

Ao final quem paga tudo somos nós, os contribuintes.
A DESO e o DER são órgãos do Governo do Estado e deveriam resolver logo esse problema.        

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