sábado, 10 de novembro de 2012

NUNCA É DEMAIS LEMBRAR: Ação Civil Pública por ato de improbidade atinge ex-secretário de saúde e mais quatro servidores - 26/12/2006



Em 2004 várias denúncias foram formalizadas no Ministério Público, por profissionais e usuários, relatando irregularidades na Secretaria Estadual de Saúde, notadamente no Hospital Governador João Alves Filho, no período de 2003/2004

O Ministério Público de Sergipe, através da Promotoria de Justiça dos Direitos à Educação e à Saúde, ajuizará ação civil pública por prática de ato de improbidade administrativa por prejuízo ao erário no valor de R$ 18,231 milhões e atentado aos princípios da administração pública contra o ex-secretário de estado da Saúde Eduardo Alves de Amorim, o diretor do Hospital Governador João Alves Filho, Fabian Vinícius Santana Ferreira, o diretor administrativo e financeiro da Secretaria da Saúde, Efraim Santana Leite, presidente da comissão de licitação da Secretaria Estadual da Saúde, Cristiano dos Santos Cruz e o chefe do setor de compras, Marco Antônio da Cunha.

Em 2004 várias denúncias foram formalizadas no Ministério Público, por profissionais e usuários, relatando irregularidades na Secretaria Estadual de Saúde, notadamente no Hospital Governador João Alves Filho, no período de 2003/2004. Os denunciantes relataram desperdício, uso indevido de materiais e medicamentos, aquisições sem qualquer controle, compras irregulares, desaparecimento de equipamentos e insumos, dentre outros. No mesmo período o Ministério Público tomou conhecimento de que a Polícia Federal de Alagoas estava realizando diligências no hospital João Alves Filho em razão da instauração de inquérito policial que visava apurar desvio de verbas públicas envolvendo a empresa Milena Santos de Andrade (a PF/AL comprovou que a empresa é fantasma) e Secretaria Estadual de Saúde.

A partir daí, foi instaurado procedimento preparatório de inquérito civil, em seguida, solicitada a intervenção do Departamento Nacional de Auditoria do SUS – DENASUS. Após algumas vistorias e investigações realizadas junto à Secretaria de Estado da Saúde e de suas unidades hospitalares, o DENASUS chegou às seguintes conclusões: dentro do campo da investigação realizada, concluiu-se que houve compras irregulares, montagens de processos licitatórios, desvios, além da falta de controle, de planejamento e gerenciamento dos medicamentos e material hospitalar, com conseqüente prejuízo ao erário e atentado aos princípios da administração pública.

Na ação civil pública, o Ministério Público requereu a suspensão dos direitos políticos dos acusados, pagamento de multa civil, proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais e creditícios; o ressarcimento integral dos danos causados pelos demandados ao erário, no valor de R$ 18,231 milhões, a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico, que a Receita Federal, no prazo de 10 dias, informe detalhadamente a situação econômica e financeira de cada, remetendo cópias das respectivas declarações de Imposto de Renda relativas ao exercício de 2001, 2002, 2003, 2004, 2005 e 2006. Os cartórios de registro de imóveis das Comarcas de Aracaju, Socorro e São Cristóvão irão informar sobre a existência de qualquer imóvel registrado em nome dos cinco acusados.

FONTE: Jornal Cinformonline - 22/12/2006. 

PASSARINHO: pássaro preto



O PÁSSARO PRETO ou graúna (derivado do tupi “guira-una” = ave preta) é uma ave passeriforme da família Icteridae. Conhecido também como chico-preto (Maranhão), arranca-milho, chopim, chupão (Mato Grosso), assum-preto, cupido e melro.
Dentre as várias inspirações ao cancioneiro popular, esta se destaca por sua letra e pujança na voz de Luiz Gonzaga:

Tudo em volta é só beleza
Sol de abril e a mata em flor
Mas assum preto, cego dos oio
Não vendo a luz, ai, canta de dor
Mas assum preto, cego dos oio
Não vendo a luz, ai, canta de dor
Essa música relata um ato cruel entre passarinheiros, principalmente do nordeste, que furavam (em algumas regiões ainda o fazem) os olhos do assum preto pensando que assim ele cantaria mais na gaiola. Esse procedimento bizarro também é feito com o sabiá.
Na literatura, José Alencar escreveu no romance Iracema:
Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da Jati não era doce como seu sorriso (…)
Além da subespécie Gnorimopsar chopi chopi existe uma subespécie chamada Gnorimopsar chopi sulcirostris. Ambas são iguais, porém a sulcirostris é maior e existe no norte/nordeste, enquanto que a chopi é menor e existe na região sul/sudeste do Brasil.
Mede 21,5 a 25,5 centímetros de comprimento. É inteiro negro incluindo pernas, bico, olhos e penas daí um de seus nomes populares pássaro preto, filhotes e jovens não possuem penas ao redor dos olhos. Trata-se de um dos pássaros de voz mais melodiosa deste país. A fêmea também canta.
ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL


Onívoro. Come frutos, sementes, insetos, aranhas e outros invertebrados. Aprecia o coco maduro da palmeira buriti. Apanha insetos atropelados nas estradas e aproveita restos de milho junto às habitações humanas ou desenterra sementes recém-plantadas.


Atinge a maturidade sexual aos 18 meses. Faz ninho em árvores ocas, troncos de palmeiras, ninhos de pica-pau, em mourões, dentro do penacho de coqueiros e nas densas copas dos pinheiros, utilizando também ninhos abandonados de João-de-barro. Ocupa buracos também em barrancos e cupinzeiros terrestres. Às vezes faz um ninho aberto, situado em uma forquilha de um galho distante do tronco, em uma árvore densa e alta. Cada ninhada geralmente tem entre 3 e 4 ovos, tendo de 2 a 3 ninhadas por temporada. Os filhotes nascem após 14 dias e ficam no ninho 18 dias. O macho ajuda a criar a prole.


É comum em áreas agrícolas, buritizais, pinheirais, pastagens e áreas pantanosas, plantações com árvores isoladas, mortas, remanescentes da mata. Sua presença está associada a palmeiras. Vive normalmente em pequenos grupos que fazem bastante barulho. Pousa no chão ou em árvores sombreadas. Há quem confunda o graúna com o atrevido vira-bosta (Molothrus bonariensis), famoso por parasitar o ninho de várias espécies (ex.: tico-tico). Enquanto o vira-bosta é elegantíssimo, esguio e traja cintilantes vestes de tom violáceo, o graúna é negro e de porte mais avantajado, além de saber nidificar, não se descuidando da criação da ruidosa prole. No nordeste ocorre a subespécie (Gnorimopsar chopi sulcirostris), que é maior, medindo 25,5 centímetros de comprimento. Quando canta arrepia as penas da cabeça e pescoço.


Excluindo-se a Amazônia, onde está presente apenas no leste do Pará e Maranhão, é encontrado em todo o restante do País. Encontrado também no Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.


§  Federação Ornitológica de Minas Gerais, Pássaro preto - Disponível em http://www.feomg.com.br/pass_pret.htm Acesso em 3 mai. 2009
§  Portal Brasil 500 Pássaros, Melro - Disponível em http://webserver.eln.gov.br/Pass500/BIRDS/1birds/p498.htm Acesso em 3 mai. 2009
§  IBAMA. IN01-03. 24 jan. 2003. p. 7.
§  Marigo, Luiz Claudio. Sertões. n. 24.
§  CEO - disponível em http://www.ceo.org.br/musica/assum%20preto.htm Acesso em 28 jun. 2009.


PÁSSAROS: Jacu




O jacu-de-barriga-castanha é uma ave galliforme da família Cracidae. Também conhecido como jacu e jacu-goela.
Além do Pantanal, ocorre em uma área no vale do rio Araguaia e outra no vale do rio São Francisco. Está praticamente extinto, fora da planície pantaneira, devido à caça e alteração do ambiente florestal onde vive. Consta da Lista de Aves Ameaçadas do Brasil.
Como os outros jacus, parece uma grande galinha de rabo e asas compridas. Cabeça pequena e pescoço longo. A cor das costas e cauda é cinza escuro, quase negro, manchado de pequenos riscos claros, chegando a serem brancos nas costas. Na cabeça, pescoço e barriga, a cor de fundo é marrom avermelhada escura, com riscas brancas ou claras. A cabeça é um pouco mais avermelhada, com uma risca cinza claro acima dos olhos. A pele nua ao redor os olhos é escura, fazendo forte contraste com a barbela de pele vermelho escuro, pendendo abaixo. Essa barbela é mais ou menos visível, conforme a ave está assustada ou não. Sob perigo, contrai a musculatura e diminui a visualização desse sinal. O bico é escuro e os pés claros.


Alimenta-se de flores de ipês (ou piúvas, nome pantaneiro), de tarumãs e cipós nas árvores durante a florada. Os outros jacus alimentam-se de material vegetal, frutos, sementes e invertebrados no solo. Como anda muito no chão, pode ser que também tenha os mesmos hábitos alimentares.




É uma espécie pouco conhecida na natureza. Tem um comportamento arredio, afastando-se ao menor sinal de perturbação. Apesar do seu tamanho e vôo pesado, rapidamente movimenta-se do chão ou partes baixas da mata para a copa e desaparece entre as folhas. Ao contrário dos outros jacus, não costuma ficar dando seguidos gritos de alarme. Geralmente, é vista como uma silhueta de passagem, assustada.


Além do Pantanal, ocorre em uma área no vale do rio Araguaia e outra no vale do rio São Francisco.


§  SESC - Guia das Aves do Pantanal - disponível em http://www.avespantanal.com.br/paginas/58.htm Acesso em 23 Ago. 2009.



Firmo participa de programa nas Rádios Aperipê.



Na manhã do último sábado, 10, José Firmo, membro do Fórum em Defesa da Grande Aracaju foi o entrevistado da semana do programa Fala pra Mim, apresentado pelo Vereador Dr. Emerson, nas Rádios Aperipê AM e FM, das 7h às 9h.
O quadro “entrevistado da semana” é apresentado na última hora do programa.
A entrevista se desenvolveu em torno da revisão do Plano Diretor de Aracaju e José Firmo respondeu perguntas dos ouvintes que participaram do programa pelo telefone, além da perguntas do apresentador, Vereador Dr. Emerson.
Firmo foi entrevista por Dr. Emerson.
“O grupo de 14 vereadores estão votando a revisão do Plano Diretor de forma, eu diria, irresponsável e querem atribuir aos vereadores Emerson, Matos, Bertulino e Nitinho a culpa pela forma como eles, os 14, estão entregando a cidade às construtoras.”, disse Firmo sobre como ele está vendo o processo atualmente.
Firmo disse ainda que os integrantes do Fórum vão se reunir na noite da próxima segunda-feira para analisar a possibilidade de representar a Câmara junto ao Ministério Público Estadual ou até mesmo ajuizar ação com o objetivo de anular novamente toda a votação do Plano Diretor.  

ADCAR tem reconhecimento de utilidade pública estadual.



A Associação Desportiva Cultural e Ambiental do Robalo, que já possuía reconhecimento de utilidade pública municipal através de lei aprovada pela Câmara Municipal de Aracaju, por iniciativa do vereador Emerson Ferreira, agora é reconhecida também de utilidade pública estadual.
A Lei 7.452/2012 foi sancionada em 06 de julho de 2012 pelo Governador em Exercício, Jackson Barreto de Lima e publicada no Diário Oficial do Estado de Sergipe em 12/07/2012.
A iniciativa do projeto de lei 99/2012 foi da Deputada Estadual Ana Lúcia, que mantém o mandato sempre voltado para as questões ligadas aos movimentos sociais.
José Firmo enaltece papel da ADCAR.

A Direção Executiva da ADCAR está muito agradecida pelo gesto da deputada e considera que os reconhecimentos de utilidade pública reforçam o papel da ADCAR no cenário do movimento comunitário e ambiental em Sergipe.
Para José Firmo, vice-presidente da ADCAR, os reconhecimentos são reflexos da luta empreendida pela entidade tanto internamente ao Robalo, quanto em Aracaju e no estado.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

VÍDEO: forró de sergipana.

Netinha do Forró, herdeira de Clemilda, sergipana original e autêntica:
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/9UOvu_2GNS0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> 

http://youtu.be/9UOvu_2GNS0

NOTA: CASO NÃO ACESSE AO VÍDEO AQUI, VÁ AO www.youtube.com  E PROCURE "VELHA DO PINICO 2012".

sábado, 3 de novembro de 2012

PASSARINHOS: COLEIRA.


 

COLEIRA OU COLEIRO (porophila caerulescens)

Características

Mede 11 cm de comprimento. Há bastante variação individual e regional de canto. Pelagem do macho cinza-escura na parte dorsal e ventre branco com mancha preta no pescoço em forma de coleira. Fronte preta. A fêmea possui colorido mais pardacento.

Habitat

Campos abertos, capinzais.

Ocorrência

Praticamente em todo Brasil, com exceção da Região Amazônica e Nordeste.

Alimentação

Sementes.

Reprodução

Reproduzem-se na primavera-verão

Ameaças

Captura indiscriminada para apreciadores de pássaros canoros e tráfico de animais.

Nacionalidade: Brasil
Nome Científico: Sporophila c. caerulescens
Ordem: Passeriformes
Alimentação: Sementes e larvas de tenebra
Tamanho: 10 a 12 cm
Canto: Sim
Média de Vida: 9 a 11 anos
Convivência: Não territorialista (exceto durante a reprodução)
Postura: 3 a 5 ovos
Incubação: 15 dias
Reprodução: Não há dados técnicos sobre a época ideal

CARACTERÍSTICAS

O Coleiro, também conhecido como coleirinha, é um pássaro da fauna nacional, sendo por isso protegido por leis federais. O canto do coleiro é um dos cantos mais apreciados pelos criadores brasileiros. Se você pretende adquirir um exemplar desta espécie, entre em contato com o IBAMA para verificar se existem criadouros credenciados em sua região. Não contribua para o extermínio do Coleiro na natureza.
Fonte: www.portalsãofrancisco.com.br

PASSARINHOS: PAPA-CAPIM



O papa-capim é uma ave passeriforme da família Emberizidae. Conhecido também como florestal e cabeça de côco (São Paulo) e coleiro-mineiro devido ao fato de ser mais comum na região de Minas Gerais, onde também é conhecido como pretinho-do-peito-branco para diferenciá-lo do pretinho ou baiano (Sporophila nigricollis), espécie esta bem mais comum .
Possui peito branco e a cabeça e o pescoço cinzento-escuros, o que lhe confere o formato de uma carapuça. Pode ser confundido com o baiano que se distingue por ter um cinza-esverdeado nas costas e na carapuça e amarelo no peito, mais comum do Brasil Central, Norte e Nordeste. Seu canto sofre variações regionais e é quase idêntico ao do baiano.


O papa-capim se alimenta de sementes.

Costuma se misturar a bandos de outros Sporophila e passa despercebido.

Ocorre nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Bahia.


§  Saúde Animal - Zoo Virtual - Disponível em http://www.saudeanimal.com.br/coleiro.htm; Acessado em Abril/2009;
§  Cães & Cia On-line - Disponível em http://www.petbrazil.com.br/bicho/aves/22.htm; Acessado em Abril/2009.

COM INFORMAÇÕES DE: www.wikiaves.com.br
FOTO: www.canta-passarinho.blogspot.com 

PASSARINHO: CHORÃO


Chorão macho (foto: www.culturamix.com)

O chorão é uma ave passeriforme da família Emberizidae. Conhecido também como bico-vermelho (Espírito Santo), boiadeiro (Minas Gerais), cigarra-bico-vermelho, cigarra-rainha, patativa-chorona e chorona (São Paulo).
Como todos os outros membros do gênero Sporophila, pode ser chamada de “papa-capim” acompanhada de algum outro adjetivo. Sporo é semente e, phila provem de phyllo que significa afinidade. Seriam realmente os “que tem afinidade com sementes” ou “papa-capim”. O termo leucoptera significa “asa-branca” onde, leucos é branco e, pteros é asa.
A parte característica do canto é um assovio melancólico ascendente, repetido sem pressa.
Chorão: (Foto: www.dimaserose.blogspot.com)

Mede cerca de 12,5 centímetros de comprimento. O macho é cinza nas partes superiores e branco nas inferiores e a fêmea é marrom-olivácea nas partes superiores e bege-amarronzada nas inferiores; os jovens são pardos. Existem quatro subespécies reconhecidas:
Sporophila leucoptera leucoptera - Centro, sudeste e sul do Brasil. Partes inferiores brancas (incluindo pescoço e garganta); bico amarelo forte; máscara da face, asas, costas cinza-azuladas. Flancos brancos.


Sporophila leucoptera cinereola - Nordeste do Brasil, desde o Maranhão até a Bahia e, ao sul, até o Rio de Janeiro. Um pouco menor e costas de um cinza-azulado um pouco mais claro que a forma nominal; partes inferiores - ao contrário da forma nominal, onde são totalmente brancos - em especial tórax e flancos, manchadas de um cinza claro.


Sporophila leucoptera mexianae - Suriname, Amapá e nordeste do Pará (Ilha Mexiana). Parecida com S. l. cinereola, mas o cinza-azulado é mais claro e as partes inferiores não possuem cinza no tórax e nos flancos.
Sporophila leucoptera bicolor - Peru e Bolívia. O cinza-azulado das partes superiores das outras subespécies de S. leucoptera é substituído pelo negro. Alguns autores defendem que seja elevada à condição de espécie devido às suas características diferentes e isolamento geográfico.


Granívoro.


Tem de 2 a 3 ninhadas por estação, com 2 a 3 ovos em cada uma.
É espécie comum, que habita áreas de gramíneas com arbustos e emaranhados de vegetação, quase sempre próximo à água, em áreas pantanosas e margens de rios e lagos. Vive solitária ou em pares espalhados e raramente se associa a outras espécies.
Presente nas ilhas da foz do rio Amazonas e leste do Pará, Maranhão, Piauí e Pernambuco, em direção sudeste até Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, e em direção oeste até Goiás e Mato Grosso. Encontrada também no Suriname, Peru, Bolívia, Argentina e Paraguai

   
§  Federação Ornitológica de Minas Gerais, boiadeiro - Disponível em http://www.feomg.com.br/boiadeir.htm Acesso em 3 mai. 2009
§  Portal Brasil 500 Pássaros, Patativa-chorona - Disponível em http://webserver.eln.gov.br/Pass500/BIRDS/1birds/p473.htmAcesso em 3 mai. 2009
§  White bellied seedeater - Disponível em http://ibc.lynxeds.com/species/white-bellied-seedeater-sporophila-leucoptera. Acesso em 11 Out. 2012
§  Ridgely & Tudor - Birds of South America (1989)

FONTE: www.wikiaves.com.br

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

PASSARINHO: ARAPONGA





ARAPONGA (Procnias sp.)Características: é conhecida em todo o Brasil pelo seu grito alto e estridente. É também chamada de guiraponga, ferreiro ou ferrador, sendo que esses dois últimos nomes vêm do seu grito, que imita com perfeição o trabalho de um ferreiro, primeiramente com uma lima e a seguir com a batida estridente de um martelo sobre a bigorna. O nome Araponga é indígena e vem de ara = ave e ponga = soar. Três espécies de arapongas são encontradas no Brasil: a Procnias nudicollis , que é a mais comum, habitando desde matas litorâneas da Bahia até o Rio Grande do Sul. O macho é todo branco, com a garganta e os lados da cabeça esverdeados, e a fêmea é totalmente esverdeada. Temos também aProcnias averano que vive em Roraima e no Nordeste, tem as asas pretas, peito branco, cabeça marrom e vários apêndices carnudos que "nascem" do seu pescoço como se fossem barba, de onde vem seu nome popular de "araponga de barbela". A terceira espécie é a Procnias alba , que habita o Amazonas na região do Rio Negro, mas pouco se sabe sobre ela.

Habitat: florestas
Ocorrência: todo o Brasil
Hábitos: o macho fica adulto entre dois anos e dois anos e meio. Tem seu território, uma árvore que ele defende e onde não permite a intrusão de machos da sua idade nos seus dois galhos favoritos: um mais alto, onde ele canta, outro mais baixo onde se acasala. A araponga não gosta muito de descer ao chão.

Alimentação: as arapongas, cuja abertura de bico é enorme, comem pequenos frutos silvestres e bagas inteiras.
Reprodução: 
pousado no galho mais alto, o macho canta o dia inteiro para atrair a fêmea; e este é um dos casos em que a fêmea escolhe o macho. Os dois se encontram no "galho do acasalamento", e o macho dá um grito bem forte em frente à fêmea; se ela aceitar este macho, dá-se o acasalamento. Posteriormente o macho volta para o seu "galho de canto" e continua a cantar. Se aparecer outra fêmea ele repete a manobra. A postura e de cerca de 2 ovos, o período de incubação de 23 dias e os filhotes saem do ninho com 27 dias de idade.
Ameaças:
 Procnias averano se torna cada vez mais rara por causa da derrubada das matas, seu habitat natural, constando na lista do IBAMA de animais ameaçados de extinção. Alguns ecologistas estão tentando a preservação desta espécie. A destruição do habitat, a caça e o tráfico de animais são as principais ameaças para as espécies. 

FONTE: www.vivaterra.org.br

PASSARINHOS: PÊGA



Este pássaro, conhecido também por primavera, inhapim (Pantanal), rouxinol-de-encontro-amarelo (Amazônia), encontro (Rio Grande do Sul), merro (Paraná), pega, soldado e xexéu-de-banana, tem uma característica curiosa no canto: ele é flautado, mas entremeia com o canto das outras aves a sua própria marca registrada: um chamado curto e grave. Costuma imitar outros pássaros em estrofes improvisadas.

Geralmente, para se alimentar, vive em meio à vegetação da copa ou das bordas. A exemplo de joão-pinto, suga o néctar das flores, abrindo-as ou enfiando o bico.

Às vezes coloca até a cabeça na corola.

Suas flores preferidas são ipê, tarumã, piúva e pombeiro, entre outras espécies.

Conhecido também por ter um corpo longilíneo, com uma cauda não menos longa, tem nas asas algumas penas diferenciadas: castanhas para subespécie valenciobuenoi (Sul e Centro-Oeste) ou amarelas para subespécie tibialis (Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste). Daí o nome "encontro", bem na junção do corpo com as tais asas. 

Em geral este pássaro vive solitário, mas por vezes é visto junto a bandos mistos. No frio, o "encontro" gosta de se aquecer ao Sol, pousado em galhos expostos.

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Icteridae
Género: Icterus
Espécie: I. cayanensis


FONTE: www.animaliavirtual.com.br