sexta-feira, 10 de junho de 2011

FIQUE POR DENTRO DO PLANO DIRETOR

FÓRUM EM DEFESA DA GRANDE ARACAJU
APRESENTA:

O que é Mobilidade Urbana?

Mobilidade urbana é definida como a capacidade de deslocamento de pessoas e bens no espaço urbano para a realização de suas atividades cotidianas (trabalho, abastecimento, educação, saúde, cultura, recreação e lazer), num tempo considerado ideal, de modo confortável e seguro. Para tanto, os indivíduos podem utilizar vários tipos de veículos ou apenas caminhar. Tudo vai depender das distâncias que terá que percorrer, do tempo ideal a ser despendido, dos meios de transporte, das vias de acesso disponíveis e do custo e da qualidade deste deslocamento. Pensar a mobilidade urbana é, portanto, pensar sobre como se organizam os fluxos na cidade e a melhor forma de garantir o acesso das pessoas ao que a cidade oferece, de modo mais eficiente
em termos socioeconômicos e ambientais.
Mobilidade urbana nas grandes e médias cidades está cada vez mais difícil. Principalmente em locais onde o adensamento urbano se deu de forma desordenada e rápida, impedindo planejamento e estrutura adequada. Toda vez que isso acontece, a mobilidade dos moradores desse local fica comprometida. Aqui em Aracaju já são notados problemas em várias áreas.
O Plano Diretor que tramita na Câmara Municipal não tem previsão de Código de Mobilidade Urbana, mas o Fórum em Defesa da Grande Aracaju vai apontar para os vereadores a necessidade de já aprovar as diretrizes e prazos para adoção do Código de Mobilidade Urbana.

Fórum está de olho nos vereadores de Aracaju.

Fórum está de olho nos vereadores de Aracaju.

O Fórum em Defesa da Grande Aracaju realizou na noite da última quinta-feira mais uma reunião para debater e estudar o Plano Diretor. Na opinião nos militantes do fórum, foi mais uma reunião produtiva.
O fórum fez uma avaliação do debate promovido pelo Partido dos Trabalhadores, na noite da última segunda-feira, concluindo que faltou mais espaço para as intervenções da platéia presente e que ainda não ficou clara a posição do partido sobre os temas do Plano Diretor.
Em outro momento o fórum fez uma avaliação interna aos trabalhos do próprio fórum, concluindo que o papel pretendido vem sendo desempenhado dentro do previsto. A opinião geral dos presentes foi a de que o Fórum em Defesa da Grande Aracaju vem cumprindo o seu papel de agregar os moradores de Aracaju, sem rotulação, sem seleção prévia e sem exigências para o ingresso.
O que deixou os integrantes do Fórum apreensivos foi a notícia divulgada pela imprensa sergipana e pela própria Câmara de Vereadores da capital informando que a Câmara aprovou na sessão de quarta-feira, 8/6, a Proposta de Resolução nº. 02/2011 onde está previsto que as emendas do Plano Diretor rejeitadas pela relatoria serão arquivadas. A notícia causou apreensão dentro do fórum, já que emendas importantes apresentadas por moradores, por entidades e por vereadores poderão ser arquivadas por uma única pessoa. Para os militantes do fórum, não faz sentido se realizar audiências públicas, o povo participar contribuindo e depois apenas um relator julgar as emendas. “É um retrocesso! Estava tudo indo muito bem, de uma hora para outra aprovam uma medida atrasada, anti-democrática e perigosa para o futuro da cidade. Querem brincar com coisa séria.”, desabafa José Firmo, membro da Coordenação do Fórum.
Firmo disse que a coordenação do fórum vai pedir explicações à Câmara de Vereadores para esclarecer se tem fundamento a notícia vinda da própria Câmara Municipal e espera que não seja como foi divulgado.  
Outra preocupação do fórum é com as audiências públicas aprovadas pela Câmara de Vereadores, tanto no que se refere à quantidade e aos locais, quanto no que se refere à forma e dinâmica das audiências públicas. “Apresentamos proposta de audiências públicas à Câmara e se eles não adotarem as audiências terão que dizer a razão para tal.”
O fórum resolveu adiar o encontro que teria com os vereadores ainda neste mês de junho. É provável que a reunião aconteça na segunda quinzena de agosto, após o recesso parlamentar e depois de analisadas as novas medidas aprovadas pela Câmara de Vereadores.

terça-feira, 7 de junho de 2011

FIQUE POR DENTRO DO PLANO DIRETOR

FÓRUM EM DEFESA DA GRANDE ARACAJU
APRESENTA:

O que é acessibilidade? 

Acessibilidade é o termo usado para indicar a possibilidade de fornecer condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. Pela acessibilidade pretende-se eliminar as barreiras, que são qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento, a circulação com segurança e a possibilidade de as pessoas se comunicarem ou terem acesso à informação.
Assim a acessibilidade torna as coisas acessíveis para qualquer pessoa com algum tipo de limitação temporária ou permanente.
Aracaju não possui código de acessibilidade e possui inúmeras e imensas barreiras que dificultam a vida de grande parcela da população, já definida acima com limitação temporária ou permanente.
O Fórum em Defesa da Grande Aracaju deve indicar ao Poder Legislativo de Aracaju a necessidade de se aprovar o mais rápido possível o código de acessibilidade e ainda determinar através do Plano Diretor que os licenciamentos concedidos em Aracaju exijam medidas de adaptação visando à acessibilidade.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

FIQUE POR DENTRO DO PLANO DIRETOR

FÓRUM EM DEFESA DA GRANDE ARACAJU
APRESENTA:


O QUE SÃO AUDIÊNCIAS PÚBLICAS?

São reuniões com a Comunidade, convocada com antecedência, neste caso, pela Câmara Municipal de Aracaju, com pauta ou finalidade especificada e clara, com lista de presença assinada e apresentação de documentação legal pelos participantes, com Ata publicada e com documentos próprios para o registro das participações dos moradores.
A audiência pública é uma das formas de participação e de controle popular da Administração Pública no Estado Social e Democrático de Direito. Ela propicia ao particular a troca de informações com o administrador, bem assim o exercício da cidadania e o respeito ao princípio do devido processo legal em sentido substantivo. Suas principais características são a oralidade e o debate efetivo sobre matéria relevante, comportando sua realização sempre que estiverem em jogo direitos coletivos.
O Fórum em Defesa da Grande Aracaju já protocolou sugestões de quantidade, locais e dinâmica das audiências públicas, de forma que o morador possa ter acesso facilitado, participação garantida e registro das suas demandas.
Se a sugestão de audiências públicas por nós apresentada for acatada pela Câmara Municipal, deveremos ter dezoito audiências públicas, sendo uma por semana e espalhadas por todas as regiões da cidade.  

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Fique por dentro do Plano Diretor

APRESENTA:
 FÓRUM EM DEFESA DA GRANDE ARACAJU 
Fique por dentro do Plano Diretor:

Gestão Urbana. O Plano Diretor prevê a criação de um sistema de planejamento e gestão urbana, formado por um Órgão de Gestão Urbana e Ambiental; um Conselho de Desenvolvimento Urbano e Ambiental; um sistema de Informações Urbanas e das Conferências Ambientais.
Atualmente Aracaju só dispõe do Conselho, que é o CONDURB, mesmo com o Plano Diretor atual também determinando a existência de todo o sistema.
Uma das tarefas da população aracajuana logo depois da aprovação do Plano Diretor será a cobrança pela composição do sistema de Gestão Urbana. Sem ele o Plano Diretor poderá não ser o instrumento capaz de gerir a ocupação do solo de Aracaju.

terça-feira, 31 de maio de 2011

FIQUE POR DENTRO DO PLANO DIRETOR.


FÓRUM EM DEFESA DA GRANDE ARACAJU
APRESENTA:

Fique por dentro do Plano Diretor:

Gestão Urbana. O Plano Diretor prevê a criação de um sistema de planejamento e gestão urbana, formado por um Órgão de Gestão Urbana e Ambiental; um Conselho de Desenvolvimento Urbano e Ambiental; um sistema de Informações Urbanas e das Conferências Ambientais.
Atualmente Aracaju só dispõe do Conselho, que é o CONDURB, mesmo com o Plano Diretor atual também determinando a existência de todo o sistema.
Uma das tarefas da população aracajuana logo depois da aprovação do Plano Diretor será a cobrança pela composição do sistema de Gestão Urbana. Sem ele o Plano Diretor poderá não ser o instrumento capaz de gerir a ocupação do solo de Aracaju.

domingo, 29 de maio de 2011

Acessibilidade e Mobilidade esquecidas em Aracaju.

O morador ou o visitante que andar por qualquer bairro ou pelo centro comercial de Aracaju perceberá o quanto as ruas, calçadas e calçadões estão abandonados pela fiscalização da Prefeitura Municipal.
Há mais de dez anos o então prefeito João Augusto Gama moralizou a ocupação das vias públicas, coibindo rigorosamente as atividades irregulares sobre calçadas e calçadões.
Nos últimos anos vendedores ambulantes, comerciantes estabelecidos e até residências ocupam as calçadas indiscriminadamente, dificultando a passagem até de pessoas sem limitações e muito mais das pessoas com deficiência, obesos e idosos.
E não é por falta de fiscalização, pois a Emsurb dispõe de um exército de fiscais pelas ruas do Centro. Além disso, temos feito denúncias junto à Emsurb de algumas dessa práticas, como é o caso do restaurante na esquina da Rua Carlos Bulamarqui com Lagarto, que ocupa a calçada com mesas, churrasqueira, armário, carvão, etc. e a Emsurb, mesmo já tendo recebido a denúncia há meses, não determinou a desobstrução da calçada.
Em tempos que se fala tanto em Plano Diretor, em acessibilidade e em mobilidade, não dá para aceitar que a Prefeitura se omita dessa forma e permita que as vias públicas sejam ocupadas irregularmente dessa forma.
Pela quantidade de abusos, não dá para crer que a PMA consiga retirar todos esses obstáculos públicos de forma pacífica. Mas, tem que tirar. Tem que privilegiar a legalidade.
Não há Plano Diretor que funcione se o Gestor Público não tiver coragem de fazer cumprir a Lei.
A maioria das fotos que seguem esta matéria forma tiradas apenas nas ruas centrais e nos calçadões, mas há uma série de abusos em todos os bairros, seja na Coroa do Meio, Atalaia, no Orlando Dantas, no Augusto Franco, no Siqueira Campos, no Dezoito do Forte, no São José. É muito abuso em uma mesma cidade.
No Centro de Aracaju, uma forma de tentar enganar o povo é a colocação de barracas, barracos, tabuleiros, máquinas de sorvetes, nos batentes ou sob as marquises das lojas, mas que aos poucos vão se estendendo para as calçadas e até para o leito das ruas, como pode ser visto nas fotos.
Outra coisa séria: a feira livre que se forma depois das dezoito horas no calçadão da Rua João Pessoa. A feira é depois das dezoito, mas às três horas da tarde já tem vendedor se estabelecendo para garantir o local. Daqui a pouco o calçadão vai virar uma feira livre em plena luz do dia.  
Quem não conhece dezenas de pontos comerciais sobre calçadas, no leito de ruas, sobre canteiros. Um desses famosos comerciantes ilegais, que explora um restaurante sobre um canteiro central há vários anos, acaba de adquirir uma mansão aqui no Robalo por quase um milhão para instalar uma filial do comércio ilegal.
Será que a prefeitura não sabe disso?
Será que a cidade vai continuar sendo ocupada de qualquer jeito, como se não houvesse prefeito para comandar?
E aqui não se discute a utilidade dos vendedores e das mercadorias que são vendidas. Como também não se discute a necessidade das pessoas disporem de uma fonte de renda. Discute-se apenas a ilegalidade e os obstáculos tolerados pela prefeitura de Aracaju.
Se formos ali a Nossa Senhora do Socorro, no conjunto João Alves Filho é assim. Se formos ali a São Cristovão, no Rosa Elze e no Eduardo Gomes também é assim. Entretanto, admitir e aceitar que essas práticas sejam vistas, conhecidas e toleradas pela Prefeitura da capital sergipana, não dá para acreditar.
Os infratores têm culpa, mas a maior culpada é a Prefeitura de Aracaju, que não tem coragem suficiente para organizar a ocupação das ruas, calçadas e calçadões.

Restaurante na R. Lagarto. Até a churrasqueira fica na calçada.


Mesas, churrasqueira e balcão na calçada.

Sorvete no leito do calçadão.

Leito da rua ocupado por ambulante.

Faixa de pedestre obstruída pelo carrinho.

Sorveteria na calçada

Trav. João Q. da Fonseca: cremes e sorvetes.

Aqui equipamento da lanchonete e banca do relojoeiro.
    
Carrinho de supermercado venda bolsas na calçada.

Ambulantes na rua e transeuntes "esmagados".

Ambulantes nas portas das lojas.

Ambulantes enfileirados.

Vendas tranquilas no calçadão.

Até gaiolas são vendidas em pleno sábado pela manhã.

Sorvete no calçadão: máquina e aglomeração.

Fila para o sorvete e rua congestionada.
barracas, caixas térmicas na R. João Pessoa.