sábado, 3 de novembro de 2012

PASSARINHOS: COLEIRA.


 

COLEIRA OU COLEIRO (porophila caerulescens)

Características

Mede 11 cm de comprimento. Há bastante variação individual e regional de canto. Pelagem do macho cinza-escura na parte dorsal e ventre branco com mancha preta no pescoço em forma de coleira. Fronte preta. A fêmea possui colorido mais pardacento.

Habitat

Campos abertos, capinzais.

Ocorrência

Praticamente em todo Brasil, com exceção da Região Amazônica e Nordeste.

Alimentação

Sementes.

Reprodução

Reproduzem-se na primavera-verão

Ameaças

Captura indiscriminada para apreciadores de pássaros canoros e tráfico de animais.

Nacionalidade: Brasil
Nome Científico: Sporophila c. caerulescens
Ordem: Passeriformes
Alimentação: Sementes e larvas de tenebra
Tamanho: 10 a 12 cm
Canto: Sim
Média de Vida: 9 a 11 anos
Convivência: Não territorialista (exceto durante a reprodução)
Postura: 3 a 5 ovos
Incubação: 15 dias
Reprodução: Não há dados técnicos sobre a época ideal

CARACTERÍSTICAS

O Coleiro, também conhecido como coleirinha, é um pássaro da fauna nacional, sendo por isso protegido por leis federais. O canto do coleiro é um dos cantos mais apreciados pelos criadores brasileiros. Se você pretende adquirir um exemplar desta espécie, entre em contato com o IBAMA para verificar se existem criadouros credenciados em sua região. Não contribua para o extermínio do Coleiro na natureza.
Fonte: www.portalsãofrancisco.com.br

PASSARINHOS: PAPA-CAPIM



O papa-capim é uma ave passeriforme da família Emberizidae. Conhecido também como florestal e cabeça de côco (São Paulo) e coleiro-mineiro devido ao fato de ser mais comum na região de Minas Gerais, onde também é conhecido como pretinho-do-peito-branco para diferenciá-lo do pretinho ou baiano (Sporophila nigricollis), espécie esta bem mais comum .
Possui peito branco e a cabeça e o pescoço cinzento-escuros, o que lhe confere o formato de uma carapuça. Pode ser confundido com o baiano que se distingue por ter um cinza-esverdeado nas costas e na carapuça e amarelo no peito, mais comum do Brasil Central, Norte e Nordeste. Seu canto sofre variações regionais e é quase idêntico ao do baiano.


O papa-capim se alimenta de sementes.

Costuma se misturar a bandos de outros Sporophila e passa despercebido.

Ocorre nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Bahia.


§  Saúde Animal - Zoo Virtual - Disponível em http://www.saudeanimal.com.br/coleiro.htm; Acessado em Abril/2009;
§  Cães & Cia On-line - Disponível em http://www.petbrazil.com.br/bicho/aves/22.htm; Acessado em Abril/2009.

COM INFORMAÇÕES DE: www.wikiaves.com.br
FOTO: www.canta-passarinho.blogspot.com 

PASSARINHO: CHORÃO


Chorão macho (foto: www.culturamix.com)

O chorão é uma ave passeriforme da família Emberizidae. Conhecido também como bico-vermelho (Espírito Santo), boiadeiro (Minas Gerais), cigarra-bico-vermelho, cigarra-rainha, patativa-chorona e chorona (São Paulo).
Como todos os outros membros do gênero Sporophila, pode ser chamada de “papa-capim” acompanhada de algum outro adjetivo. Sporo é semente e, phila provem de phyllo que significa afinidade. Seriam realmente os “que tem afinidade com sementes” ou “papa-capim”. O termo leucoptera significa “asa-branca” onde, leucos é branco e, pteros é asa.
A parte característica do canto é um assovio melancólico ascendente, repetido sem pressa.
Chorão: (Foto: www.dimaserose.blogspot.com)

Mede cerca de 12,5 centímetros de comprimento. O macho é cinza nas partes superiores e branco nas inferiores e a fêmea é marrom-olivácea nas partes superiores e bege-amarronzada nas inferiores; os jovens são pardos. Existem quatro subespécies reconhecidas:
Sporophila leucoptera leucoptera - Centro, sudeste e sul do Brasil. Partes inferiores brancas (incluindo pescoço e garganta); bico amarelo forte; máscara da face, asas, costas cinza-azuladas. Flancos brancos.


Sporophila leucoptera cinereola - Nordeste do Brasil, desde o Maranhão até a Bahia e, ao sul, até o Rio de Janeiro. Um pouco menor e costas de um cinza-azulado um pouco mais claro que a forma nominal; partes inferiores - ao contrário da forma nominal, onde são totalmente brancos - em especial tórax e flancos, manchadas de um cinza claro.


Sporophila leucoptera mexianae - Suriname, Amapá e nordeste do Pará (Ilha Mexiana). Parecida com S. l. cinereola, mas o cinza-azulado é mais claro e as partes inferiores não possuem cinza no tórax e nos flancos.
Sporophila leucoptera bicolor - Peru e Bolívia. O cinza-azulado das partes superiores das outras subespécies de S. leucoptera é substituído pelo negro. Alguns autores defendem que seja elevada à condição de espécie devido às suas características diferentes e isolamento geográfico.


Granívoro.


Tem de 2 a 3 ninhadas por estação, com 2 a 3 ovos em cada uma.
É espécie comum, que habita áreas de gramíneas com arbustos e emaranhados de vegetação, quase sempre próximo à água, em áreas pantanosas e margens de rios e lagos. Vive solitária ou em pares espalhados e raramente se associa a outras espécies.
Presente nas ilhas da foz do rio Amazonas e leste do Pará, Maranhão, Piauí e Pernambuco, em direção sudeste até Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, e em direção oeste até Goiás e Mato Grosso. Encontrada também no Suriname, Peru, Bolívia, Argentina e Paraguai

   
§  Federação Ornitológica de Minas Gerais, boiadeiro - Disponível em http://www.feomg.com.br/boiadeir.htm Acesso em 3 mai. 2009
§  Portal Brasil 500 Pássaros, Patativa-chorona - Disponível em http://webserver.eln.gov.br/Pass500/BIRDS/1birds/p473.htmAcesso em 3 mai. 2009
§  White bellied seedeater - Disponível em http://ibc.lynxeds.com/species/white-bellied-seedeater-sporophila-leucoptera. Acesso em 11 Out. 2012
§  Ridgely & Tudor - Birds of South America (1989)

FONTE: www.wikiaves.com.br

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

PASSARINHO: ARAPONGA





ARAPONGA (Procnias sp.)Características: é conhecida em todo o Brasil pelo seu grito alto e estridente. É também chamada de guiraponga, ferreiro ou ferrador, sendo que esses dois últimos nomes vêm do seu grito, que imita com perfeição o trabalho de um ferreiro, primeiramente com uma lima e a seguir com a batida estridente de um martelo sobre a bigorna. O nome Araponga é indígena e vem de ara = ave e ponga = soar. Três espécies de arapongas são encontradas no Brasil: a Procnias nudicollis , que é a mais comum, habitando desde matas litorâneas da Bahia até o Rio Grande do Sul. O macho é todo branco, com a garganta e os lados da cabeça esverdeados, e a fêmea é totalmente esverdeada. Temos também aProcnias averano que vive em Roraima e no Nordeste, tem as asas pretas, peito branco, cabeça marrom e vários apêndices carnudos que "nascem" do seu pescoço como se fossem barba, de onde vem seu nome popular de "araponga de barbela". A terceira espécie é a Procnias alba , que habita o Amazonas na região do Rio Negro, mas pouco se sabe sobre ela.

Habitat: florestas
Ocorrência: todo o Brasil
Hábitos: o macho fica adulto entre dois anos e dois anos e meio. Tem seu território, uma árvore que ele defende e onde não permite a intrusão de machos da sua idade nos seus dois galhos favoritos: um mais alto, onde ele canta, outro mais baixo onde se acasala. A araponga não gosta muito de descer ao chão.

Alimentação: as arapongas, cuja abertura de bico é enorme, comem pequenos frutos silvestres e bagas inteiras.
Reprodução: 
pousado no galho mais alto, o macho canta o dia inteiro para atrair a fêmea; e este é um dos casos em que a fêmea escolhe o macho. Os dois se encontram no "galho do acasalamento", e o macho dá um grito bem forte em frente à fêmea; se ela aceitar este macho, dá-se o acasalamento. Posteriormente o macho volta para o seu "galho de canto" e continua a cantar. Se aparecer outra fêmea ele repete a manobra. A postura e de cerca de 2 ovos, o período de incubação de 23 dias e os filhotes saem do ninho com 27 dias de idade.
Ameaças:
 Procnias averano se torna cada vez mais rara por causa da derrubada das matas, seu habitat natural, constando na lista do IBAMA de animais ameaçados de extinção. Alguns ecologistas estão tentando a preservação desta espécie. A destruição do habitat, a caça e o tráfico de animais são as principais ameaças para as espécies. 

FONTE: www.vivaterra.org.br

PASSARINHOS: PÊGA



Este pássaro, conhecido também por primavera, inhapim (Pantanal), rouxinol-de-encontro-amarelo (Amazônia), encontro (Rio Grande do Sul), merro (Paraná), pega, soldado e xexéu-de-banana, tem uma característica curiosa no canto: ele é flautado, mas entremeia com o canto das outras aves a sua própria marca registrada: um chamado curto e grave. Costuma imitar outros pássaros em estrofes improvisadas.

Geralmente, para se alimentar, vive em meio à vegetação da copa ou das bordas. A exemplo de joão-pinto, suga o néctar das flores, abrindo-as ou enfiando o bico.

Às vezes coloca até a cabeça na corola.

Suas flores preferidas são ipê, tarumã, piúva e pombeiro, entre outras espécies.

Conhecido também por ter um corpo longilíneo, com uma cauda não menos longa, tem nas asas algumas penas diferenciadas: castanhas para subespécie valenciobuenoi (Sul e Centro-Oeste) ou amarelas para subespécie tibialis (Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste). Daí o nome "encontro", bem na junção do corpo com as tais asas. 

Em geral este pássaro vive solitário, mas por vezes é visto junto a bandos mistos. No frio, o "encontro" gosta de se aquecer ao Sol, pousado em galhos expostos.

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Icteridae
Género: Icterus
Espécie: I. cayanensis


FONTE: www.animaliavirtual.com.br 
 

PASSARINHOS: ASSANHAÇO



ASSANHAÇO ou sanhaço-cinzento [Thraupis sayaca (Linnaeus, 1766)], também conhecido como sanhaço-do-mamoeiro é um pássaro da família Thraupidae, nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai
Caracterização
O assanhaço mede de 16,5 a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Possui plumagem cinzenta fosca e ligeiramente azulada, com partes inferiores mais claras. As rêmiges são marginadas de um azul um pouco mais pronunciado com reflexos verdes, próximo de azul-turquesa, o mesmo efeito encontrado nos ombros e nas margens das tetrizes. Jovens têm uma cor mais esverdeada-pardacenta. É facilmente confundido com o seu parente próximo, Thraupis episcopus, mas este tem o ombro de tom branco
Sua população não foi quantificada, mas é descrito como uma ave comum; ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável. Desta forma, a IUCN a classifica como em condição pouco preocupante. Contudo, na Colômbia já foi extinto, e as populações peruanas são pequenas, compostas por visitantes ocasionais que não nidificam no local.
A espécie recebeu sua denominação em 1766, descrita por Lineu, mas sua taxonomia não é muito clara, e já foi proposta sua fusão com a espécie Thraupis episcopus. Também foi sugerido que forme uma superespécie com Thraupis episcopus e Thraupis glaucocolpa. São reconhecidas três subespécies, com variações ligeiras na cor da plumagem e região de origem:
§  Thraupis sayaca boliviana Bond & Meyer de Schauensee, 1941
§  Thraupis sayaca obscura Naumburg, 1924
§  Thraupis sayaca sayaca (Linnaeus, 1766)
Ecologia e biologia
Sua área de ocorrência atual se estende por todo o litoral leste da América do Sul entre a região de São Luís, no Brasil, até a região de Buenos Aires, na Argentina, e dali se estendendo para dentro do continente até encontrar os Andes do Peru até a Argentina, mas não ocorre na Bacia Amazônica.  No Brasil é o assanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos, tolerando climas de úmidos a semiáridos. Pode viver em altitudes de mais de 3 mil metros, mas usualmente ocupa áreas abaixo dos 2 mil metros.
Vivem solitários ou em pequenos bandos, e são muito competitivos na hora da alimentação. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno vôo.
No ritual de acasalamento o macho agita os ombros para a fêmea. Nidificam em forquilhas de árvores de copa densa, entre 1,5 e 9 m de altura. O ninho é uma taça compacta feita de folhas, musgos e fibras, possuindo um diâmetro de 11 cm. São postos de 2 a 3 ovos, incubados pela fêmea. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens alçam vôo. 
COM INFORMAÇÕES: www.pt.wikipedia.org
FOTO: www.iconpublicita.blogspot.com

Missa é realizada no Cemitério dos Náufragos.



Na manhã de sexta-feira, 2, Dia de Finados, o Padre Fernando, da Paróquia Santa Terezinha, celebrou missa na capela do Cemitério dos Náufragos, no Povoado Robalo, Zona de Expansão de Aracaju.
Missa contou com um número expressivo de pessoas e marcou o segundo ano de reabertura do cemitério pelos próprios moradores.

O Cemitério dos Náufragos é um dos dez que são considerados clandestinos pela Prefeitura Municipal de Aracaju, que realizou o levantamento para constatar a clandestinidade; pelo Ministério Público Estadual; que ajuizou ação solicitando a interdição e pela Justiça Sergipana; que autorizou que todos os cemitérios fossem interditados.
A sentença do juiz da 12ª Vara Cível de Aracaju mandava também que a Prefeitura Municipal construísse um cemitério na cidade e a Prefeitura tem recorrido reiteradamente para não construir o novo cemitério.
Dos dez cemitérios interditados em 2007, dois foram reabertos pelos moradores com autorização da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (EMSURB): o de Nelito, no Povoado Mosqueiro e o Maria Rosa, no Povoado Areia Branca. Somente em 2010, os próprios moradores dos Povoados Robalo e São José reabriram o Cemitério nos Náufragos. De lá para cá foram dezenas de sepultamentos.

Para os moradores da Zona de Expansão os três cemitérios são insuficientes para a demanda atual. Eles se queixam ainda da falta de apoio por parte da Emsurb. “Tudo aqui é feito por nós: limpeza, manutenção, os enterros.” Desabafa José Firmo, Vice-Presidente da Associação Desportiva, Cultural e Ambiental do Robalo (ADCAR).
A Prefeitura nega que haja enterros no Cemitério dos Náufragos e afirma que são apenas cinco enterros anuais nos três cemitérios da Zona de Expansão de Aracaju.

Segundo os moradores mais antigos, o Cemitério dos Náufragos é secular e serviu para enterrar vítimas dos navios bombardeados na costa sergipana durante a Segunda Grande Guerra, com centenas de corpos encontrados na praia sendo sepultados ali. Eles contam que antes da Segunda Guerra o cemitério se chamava Manguinhos.