segunda-feira, 28 de maio de 2012

Sanitários ainda estão fechados.

Os sanitários da Travessa Deusdeth Fontes, que liga os calçadões das Ruas Laranjeiras e São Cristovão continuam fechados e causando transtornos para a população que circula naquela região e que costuma usar os sanitários públicos.
A Prefeitura Municipal de Aracaju deu início às obras de reforma e adaptação à acessibilidade dos sanitários masculino e feminino em 13 de março último com previsão de conclusão em 30 dias. Ocorre que até a presente data os sanitários, que aparentemente já estão reformados, continuam fechados.
Sanitários reformados e fechados, mesmo depois do prazo da obra.

Comerciários e, principalmente, os clientes que já estavam acostumados com o uso daqueles sanitários têm encontrado dificuldades quando estão no Centro de Aracaju, visto que não há opções de sanitários nas proximidades.
No início das obras a EMSURB teria disponibilizado sanitários químicos como alternativa, mas com a conclusão dos serviços nem os sanitários químicos nem os reformados estão atendendo.
A população espera que a obra seja entregue e que o funcionamento volte a ser o normal.

domingo, 27 de maio de 2012

Banco do Brasil fecha e causa transtorno.

O Banco do Brasil fechou a sua maior agência em Aracaju por 36 horas ininterruptas e deixou centenas de clientes sem opção no Centro de Aracaju.

Quem procurou a agência do Banco do Brasil n Praça Gal. Valadão  entre as 16h do dia 21 e as 18h do dia 22 de maio deu com a cara na porta. Um aviso afixado na vidraça e um funcionário postado em frente à entrada encaminhado aos clientes à agência da Avenida Coelho e Campos, no Bairro Santo Antonio ou da Rua Riachuelo, no Bairro São José.

Se havia a necessidade, por que teria que ser em dias úteis justamente na única agência do Centro da capital sergipana? E logo na maior agência do Banco aqui no Estado.
Aliás, o Banco do Brasil deve muita explicação aos clientes quanto à qualidade e à manutenção dos caixas eletrônicos espalhados pela cidade. Estão cada vez mais ruins.  

EMSURB limpa onde não pode.

Quem viu a EMSURB realizando serviços de capinagem e limpeza no último dia 17 no Povoado Robalo pode ter achado uma atividade normal e se quem viu é morador do local deve ter ficado feliz com a ação da Prefeitura de Aracaju.
Limpeza ilegal em acostamento.

Mas, algumas coisas precisam ser explicadas e cobradas do Poder Público Municipal. Por exemplo, a Prefeitura não tem obrigação muito menos direito de realizar serviços no acostamento de uma rodovia estadual. Outro problema: o serviço foi realizado apenas nas proximidades da Escola Tênisson Ribeiro, onde o prefeito Edvaldo Nogueira viria entregar os computadores aos alunos. E mais: várias vias do Povoado Robalo precisam do mesmo tipo de serviço onde, apesar de ser obrigação da EMSURB, o serviço não é realizado.  

Unidade de Saúde não dá exemplo.

Águas sujas ficam dias em frente ao "posto".
Desde que foi inaugurada em 2006, a atual sede da Unidade de Saúde Santa Terezinha, no Povoado Robalo, causa inundação no estacionamento sempre que chove.

Uma cobrança do Conselho Local de Saúde ao setor de logística da Secretaria Municipal de Saúde causou surpresa e curiosidade: a resposta mandada para a comunidade dava conta de que o problema não tinha solução e que as águas de chuva iriam continuar acumulando no estacionamento da Unidade de Saúde sempre que chovesse.
O acesso ao prédio é dificultado.
As chuvas que caíram nos últimos dias chegaram a inundar toda a extensão do estacionamento da Unidade de Saúde, o que dificultava até o acesso os usuários ao prédio.
O setor de logística e engenharia da Secretaria Municipal de Saúde precisa encontrar uma solução para o problema que incomoda, pode causa problemas de saúde e deixa a Unidade de Saúde com um aspecto bastante desagradável por muitos dias.  

Deso danificou via e DER não cobra.

A Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) – como faz costumeiramente – danificou uma extensa área ao longo da Rodovia dos Náufragos no Povoado Robalo e não recompôs como deveria ou como encontrou.

Calçadas destruídas.

A obra realizada pela DESO na Rodovia dos Náufragos foi de extensão de rede de fornecimento de água tratada.  A execução dos serviços teria sido por parte de uma empresa contratada pela DESO.
Desde o início das obras a Direção da ADCAR vem cobrando do DER, que é a autoridade legalmente reconhecida pelo Código de Trânsito Brasileiro com jurisdição sobre a via, providências junto à DESO no sentido de recompor tanto o acostamento quanto o próprio leito da rodovia estadual que vinham sendo – acostamento e leito da via – literalmente destruídos pela DESO através de sua contratada.
Caixas oferecem risco de acidentes.

Algumas poucas tampas de caixas de águas pluviais foram repostas pela DESO a pedido do DER, mas recompor o asfalto e o acostamento nunca vieram fazer.
Outro desrespeito cometido pela empresa representante da DESO na citada obra foi o fato de não ter havido o recolhimento do entulho produzido na obra. Tudo era açoitado nos terrenos lindeiros.
Calçada destrída e asfalto remendado.

Se o contrato entre a DESO e a empresa previa o pagamento pelo Governo do Estado pela realização de serviços como a recomposição da malha viária e do acostamento que foram danificados pela empresa e o serviço não foi feito da forma devida, ao pagar pelos serviços, a DESO pode ter realizado pagamentos por serviços fora da especificação contratada.
E se a DESO pagou pelo recolhimento do entulho para local adequado e a empresa deixou ao longo da Rodovia dos Náufragos, tanto no estacionamento quanto nos terrenos baldios, a DESO pagou também por um serviço contratado e não realizado adequadamente.
Asfalto da DESO de má qualidade.

Será que houve falha na fiscalização e na medição da obra? Será que a fiscalização da DESO notou que o serviço de recomposição do asfalto não foi feito como deveria? E que as calçadas e acostamentos ficaram danificados pela empresa?
Por outro lado o DER ao perceber e ao ser avisado pela Direção da ADCAR que a DESO não recompôs calçadas, acostamentos e asfalto como estavam originalmente, por que não notificou  a DESO sobre a falha?
Entulho jogado em terrenos particulares.

Ao final quem paga tudo somos nós, os contribuintes.
A DESO e o DER são órgãos do Governo do Estado e deveriam resolver logo esse problema.